Com os seus filhos, com o seu parceiro, dentro da sua casa. Talvez porque o que trava essas relações não tenha começado nelas.
Dois encontros comigo, por Zoom, olhando a sua vida e o que se repete dentro dela. Eu analiso o conflito, monto a estrutura do que não está funcionando e mostro o que sustenta esse padrão, inclusive a causa sistêmica das doenças que aparecem junto. Você sai sabendo o que não precisa mais carregar e libera as próximas gerações da repetição.
Quero ter acesso a uma vida leveDuas sessões individuais · Sábados · Por Zoom
Por que não resolveu
Já fez sessão, já fez terapia, já leu bastante. Saiu de lá tocada, chorou, sentiu que alguma coisa se moveu. Duas semanas depois, a mesma discussão, o mesmo sintoma, o mesmo lugar. E ficou achando que o problema é você, que não absorveu direito, que precisa constelar de novo.
Não precisa. O padrão volta a rodar porque o comportamento que sustenta ele continua intacto.
E tem outra coisa. Você está pensando na sua casa de hoje: nos seus filhos, na relação que não melhora ou que você não encontra, no clima que não muda. Mas o que trava essa casa quase nunca começou nela. Começou antes, numa história que você não escolheu e talvez nem conheça inteira.
É por isso que aqui são dois encontros, e não um.
E enquanto isso não é visto, o padrão não fica parado esperando você ter tempo. Ele roda todo dia: na próxima ligação, na próxima discussão, no que os seus filhos estão aprendendo calados só de conviver com ele. Adiar não deixa a situação igual. Deixa mais enraizada.
Pode doer um pouco de ler
Veja em qual dessas relações você se reconhece.
Não tem briga, tem distância. Vocês dividem cama, contas e rotina, e você já não conta o que sente porque sabe que não vai caber.
Ou o contrário: a relação desgasta tanto que você já não sabe mais quem é, de tanto aguentar e esperar uma mudança que nunca vem.
Tudo vira briga, ou vira silêncio. Você não entende o que está acontecendo com ele, tenta conversar e sai errado, tenta impor e piora.
Ou os filhos ainda são pequenos e têm doenças e sintomas que não melhoram ou que ninguém explica, brigam com todo mundo, têm dificuldades na escola. Você já ouviu que é fase e não parece fase.
À noite fica pensando que queria ser uma mãe melhor do que está conseguindo ser.
Uma frase dela, às vezes só o tom, e você passa a tarde estranha sem saber explicar. Você virou a mãe da sua mãe em algum momento e nunca conseguiu devolver esse lugar.
Ausente, calado, presente só de corpo, ou foi embora cedo demais. Você diz que já superou, e continua escolhendo homens que repetem exatamente aquilo.
Às vezes a pessoa que trava a sua vida morreu antes de você nascer. Uma bisavó que perdeu um filho e nunca falou. Um tio que a família apagou. Um primeiro casamento do seu pai que ninguém comenta. Uma criança que não nasceu.
Você não sabe o nome dessa pessoa, mas está ligada a ela. E isso aparece do jeito que dá: no seu corpo, na sua dificuldade de ficar bem, na relação que você não consegue sustentar. É por isso que entender a sua própria história não basta. Parte dela não é sua.
Começando do começo
Toda relação que adoece tem isso em comum. A filha que virou mãe da própria mãe. O parceiro que virou pai da esposa. A criança que virou o casamento dos pais. Ninguém escolheu isso conscientemente, foi acontecendo, e um dia virou o jeito normal de conviver.
Enquanto esse lugar não é visto, você pode conversar, se afastar, mudar de cidade, terminar. O padrão vai junto e se instala na próxima relação.
Sem termos complicados
Você já deve ter ouvido palavras como lealdade, lugar, exclusão. Soa distante. Então deixa eu traduzir cada uma para o que aparece dentro da sua casa.
Ninguém supera o que a família não superou sozinha. Sem perceber, você reproduz o casamento da sua mãe, o silêncio do seu pai, a raiva da sua avó. É uma forma de continuar pertencendo, e custa caro.
Filha que cuida da mãe como se fosse a mãe dela. Filho que virou o companheiro emocional da mãe depois da separação. Quando os lugares trocam, todo mundo cansa e ninguém entende por quê.
Ser indispensável, ter razão, não precisar arriscar, não ficar sozinha. Toda relação que cansa está pagando alguma coisa por baixo. Enquanto isso não é visto, nenhuma decisão se sustenta.
O tio que ninguém cita, a criança que não nasceu, o primeiro casamento do seu pai. Quem é excluído de uma família não some, volta pelo comportamento de alguém que veio depois. Muitas vezes por você.
Você trata, melhora, e volta com outro nome em outro lugar. É que o sintoma costuma não ser o problema, e sim como o seu sistema se adaptou a uma sobrecarga que já dura tempo demais.
O corpo não funciona em pedaços. O sistema nervoso conversa com o imunológico, o que você sente altera a resposta hormonal, e viver muito tempo em alerta mexe com inflamação, sono e digestão. Quando essa sobrecarga diminui, o organismo recalibra sozinho. Ele tem essa capacidade.
Olhar a sua história, as suas relações e o que se repete nelas não é abandonar a medicina. É procurar num lugar onde ela não costuma olhar.
Dizer sim rápido e se arrepender à noite. Explicar demais. Sumir e voltar como se nada tivesse acontecido. Colocar limite só quando já está no limite. Essa é a parte que muda mais rápido depois que você vê de onde vem.
O que você está procurando
Se você chegou até aqui, provavelmente não está atrás de mais teoria. Você quer conseguir falar com a sua mãe sem passar o resto do dia mal. Quer parar de repetir com o seu filho o que você odiava na sua infância. Quer dormir sem revirar a mesma conversa na cabeça.
Quer acordar sem aquele peso que você nem sabe de onde vem. Atender o telefone sem o estômago apertar. Ter energia sobrando no fim do dia para o que é seu: seu trabalho, seu descanso, o que você veio fazer.
E principalmente: quer saber o que fazer com o que você já entendeu. Porque entender sem direção só aumenta o cansaço.
O que você leva daqui
Nada disso promete que a outra pessoa vai mudar. Muda o que você faz quando ela não muda. E é aí que a vida fica mais leve: não porque o mundo melhorou, mas porque você parou de carregar a parte que nunca foi sua.
E não, não para no entendimento.
É comum sair de uma análise pensando “pronto, agora eu entendi”, e três semanas depois estar fazendo tudo igual. Entender sem saber o que fazer com aquilo não muda uma relação. Por isso existe o segundo dia, e ele não é para explicar de novo o que você já viu. É onde entram outras ferramentas: técnicas de autoconhecimento e de saúde integrativa que você aplica na sua vida, para se ver no lugar novo, reconhecer potenciais que estavam ocupados sustentando os outros e identificar as situações que você já sabe que te adoecem. E então decidir, sabendo o que está em jogo, se prefere continuar recebendo a recompensa que esse padrão te dá, ou viver sem essa amarra, sendo mais autêntica.
Atendimento individual
Programa individual
O que você reconhece em si, além de te libertar, faz com que os seus filhos, netos e sobrinhos não precisem continuar carregando.
Dois encontros comigo, olhando para uma relação específica sua ou para uma doença. Você chega com o que mais dói e sai com direção e propósito.
Tudo o que está incluído
Por Zoom, comigo do começo ao fim. Sem gravação em série, sem material genérico.
Sua mãe, seu pai, seus filhos, seu companheiro(a), ou um sintoma de saúde.
Um formulário curto com a sua situação e os seus dados de nascimento. A partir dele eu uso as minhas ferramentas para descobrir histórias antigas da sua família e eventos que ninguém contou: mortes que viraram assunto proibido, separações mal resolvidas, alguém que foi excluído. Chego na sessão já sabendo por onde entrar.
Você não fica só ouvindo. Nós fazemos movimentos dentro da sessão que mostram, na prática, onde cada um está no seu sistema e o que acontece quando isso muda de lugar.
Você recebe na semana entre os dois encontros. Mostra o seu padrão de reação sob pressão, que é justamente onde a relação costuma travar, e ajuda a separar o que é o seu jeito do que é herança do sistema.
O padrão nomeado e o passo combinado, por escrito, para você reler nas semanas em que aquilo apertar de novo.
Se alguma coisa se desdobrar durante a semana, você me escreve por e-mail contando. Eu levo isso para o segundo encontro e nós trabalhamos ali.
Simples assim
Você preenche o formulário com os seus dados. Eu te retorno com o link de pagamento, pelo PIX ou parcelado no cartão, e as datas disponíveis para você escolher.
Uma hora e meia por Zoom. Nós abrimos o padrão: de onde vem, quem ocupa qual lugar, o que ele sustenta hoje. Você sai daqui enxergando a sua história de um jeito que não dá para desver.
Na semana seguinte você recebe o teste de personalidade e comportamento, e nós nos encontramos de novo. Aqui você se vê no lugar novo, reconhece o que estava ocupado sustentando os outros, e decide o caminho a partir do que viu.
Quem está por trás
Sou enfermeira e atuo na saúde da família há mais de 18 anos. Faço o que a profissão pede: consulta, curativo, remédio ajustado, exame em dia. E acompanho as mesmas famílias por anos, o que me deu uma coisa que quase ninguém tem: eu vejo o que acontece com as pessoas ao longo do tempo.
Foi assim que percebi o que me incomodava. O protocolo estava certo e não alcançava.
Procurando entender isso, cheguei à conclusão que mudou o meu trabalho: a causa não estava nas doenças nem nos sintomas. Estava nas relações. É ali que tudo começa, e é ali que tudo pode mudar. O corpo, o comportamento e o cansaço são só o lugar onde a relação aparece.
Quis aprender na origem, e me formei em Constelação Familiar pela Faculdade Innovare em parceria com a Hellinger Schule, da Alemanha, a única pós-graduação nessa abordagem que existe no mundo. Estudei também BodyTalk e outras abordagens, e entendi por que a pessoa fica numa relação mesmo querendo sair.
Coloquei então as relações no centro do meu trabalho, não mais a doença.
Depois que eu apliquei esse olhar na minha própria vida, tudo mudou. Reconheço os padrões e o que pode me levar a repetições. Quando surge uma crise, eu sei a direção, para mim e para os meus filhos, e sei escolher quais relações me nutrem e quais não. As coisas ficam mais leves, e é assim que eu evito as doenças e os sintomas que antes eu não entendia.
É isso que eu entrego a quem chega até mim: uma vida com direção, sem repetir os padrões da família, e com mais amor próprio, porque quem devolve o que nunca foi seu finalmente tem espaço para se escolher e para viver uma vida familiar saudável.
Antes de começar
Só no caso de filho menor de idade. Aí quem faz as sessões é você, olhando para o que está acontecendo com ele. Para adultos não funciona: cada pessoa precisa olhar a partir do próprio lugar no sistema.
Não. Muita gente chega sabendo pouco, e é justamente por isso que eu uso outras ferramentas para chegar em histórias antigas e eventos que ninguém contou. O que você não sabe costuma ser exatamente o que está operando.
Não substitui nenhum dos dois e não interfere neles. Se você faz acompanhamento, continue. O que eu faço é outra camada de análise, não um tratamento.
Em até 7 dias você recebe as datas disponíveis para escolher as suas duas, junto com o formulário de mapeamento. Os encontros são por Zoom, de 1h30 cada, e o teste de comportamento chega na semana entre os dois.
Pode, por e-mail. Se algo se desdobrar na semana, uma lembrança, uma conversa em casa, um sintoma que apareceu, você me escreve contando. Eu levo isso para o segundo encontro e nós trabalhamos ali, com tempo, em vez de resolver por mensagem.
Me chame no WhatsApp antes de se inscrever. Eu te passo as instruções de como levantar essa informação, e explico o que dá para fazer quando o horário exato não aparece em lugar nenhum.
É possível remarcar uma vez, com motivo justo e aviso com antecedência. Como eu atendo poucas pessoas por vez, cada data reservada deixa de ser oferecida a outra pessoa.
Antes de você decidir
Você pode continuar administrando esse conflito como administrou até aqui. Funciona, você é a prova, só custa caro todo dia. Ou pode passar dois encontros olhando para o que sustenta isso, e decidir o resto da caminhada sabendo o que está carregando.
Inscrição
Preencha os campos abaixo. Assim que eu receber, te retorno com o link de pagamento e as datas disponíveis.
Separado, cada parte custaria
Você paga
R$ 998
à vista no PIX, ou parcelado em até 12 vezes no cartão (com acréscimo)
Em até 7 dias você recebe as datas disponíveis
Se tiver qualquer pergunta antes de decidir, me chama no WhatsApp. Quem responde sou eu, não uma equipe.
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